Curiosidades de Polinésia Francesa

Pontilhando o Oceano Pacífico, a Polinésia Francesa faz parte do território ultramarino da França, o que  garante que por lá seja possível praticar o francês, língua oficial junto a outros idiomas polinésios.

Naturalmente esculpida, com praias implacáveis e um povo de rica tradição cultural, o arquipélago com mais de 100 ilhas é o cenário de uma animação da Disney, Moana, que estreia 5 de janeiro no Brasil. Além do filme, a Polinésia serviu de inspiração às obras de Paul Gauguin, pintor francês pós-impressionista que retratou taitianas em seus quadros mais prestigiados. Conheça as curiosidades da Polinésia Francesa e de seus pedaços de terra perdidos no oceano:

1) Capital das pérolas negras

As lagoas quentinhas e límpidas são verdadeiros berços de formação das pérolas mais raras do mundo, de coloração escura. A maior parte delas tem sua origem na ilha de Manihi, a maior produtora mundial, por meio da técnica da inseminação artificial. Já o processo natural acontece quando um grão de areia fica preso em um tipo específico de ostra, chamado Pinctada margaritifera, e como forma de proteção a este corpo estranho, a ostra começa a criar camadas ao redor do grão e voilà: a pérola ganha forma. As cores são bem variadas, indo do negro ao azul, bronze, e até mesmo rosa. Intéressant!

2) A tatuagem é uma tradição

A arte de se tatuar está presente na Polinésia há cerca de 2 mil anos e traz uma série de símbolos que podem ser combinados para criar significados distintos, que geralmente remetem ao poder espiritual, força e proteção para quem os carrega na pele. Alguns relatos do diário de bordo de James Cook, capitão inglês que explorou a região no século XVIII, descrevem a tradição dos nativos, e o termo “tatu”, cunhado pelos taitianos, chegou à Europa logo após retornar de suas expedições. Daí o termo “tattoo”, como normalmente se traduz o costume de imortalizar desenhos sobre a pele.

3) Flores por toda a parte

As flores polinésias são simbólicas e expressam até mesmo o estado civil das mulheres, dependendo do lado em que carregam a flor atrás da orelha. A Tiare Tahiti é uma delas, encontrada nos típicos colares dados aos turistas em sinal de boas vindas. Muito mais rara é a Tiare Apetahi, espécie de gardênia branca que é o emblema de Raiatea, a segunda maior ilha. Os nativos acreditam em uma lenda para sua origem no Monte Tehemani, único lugar no mundo em que é encontrada, intrigando botânicos. Segundo a história, a flor nasceu após uma mulher ter seu coração partido ao não ser autorizada a casar com o filho do rei.

4) Rica em cultura popular

Além da essência tropical que transborda na porção de ilhas do arquipélago, a cultura da região é marcada por danças e músicas tradicionais que remontam desde a época pré-colonial. A valorização da espiritualidade também é vista nos vários maraes, locais sagrados espalhados pelas ilhas e que antigamente funcionavam para cultuar os deuses. Um deles, Taputapuatea, ao sul de Raiatea, é o mais famoso e serviu para reunir figuras importantes de toda a Polinésia e até da Nova Zelândia há cerca de mil anos atrás.

5) Sombra e água fresca nos bungalows

As praias que parecem ter saído de um generoso sonho podem ser aproveitadas durante toda a estadia em casas suspensas sobre o mar turquesa, chamadas bungalows. Os hotéis estrelados, especialmente os de Bora Bora, a ilha mais cara para se hospedar, oferecem acomodações nesse estilo por uma pequena fortuna. Seguindo o estilo rústico, com telhado de sapê, as casas não precisam de adornos luxuosos, pois é impossível competir com um cenário tropical como esse, vous êtes d’accord?

 

 

Fonte: www.aliancafrancesa.com.br

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